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Gabinete Civil do Estado de Alagoas
Terça, 17 Novembro 2020 15:51
REESTRUTURAÇÃO DA SAÚDE

Hospital Metropolitano de AL completa seis meses e mais de 700 atendimentos à Covid-19

Unidade inaugurada em 15 de maio pelo Governo do Estado já realizou quase 46 mil exames e começou a atender mulheres pelo Programa Ame-se

Hospital Metropolitano de Alagoas foi inaugurado no último dia 15 de maio Hospital Metropolitano de Alagoas foi inaugurado no último dia 15 de maio Igor Nascimento
Texto de Igor Nascimento

Inaugurado no dia 15 de maio, durante o pico da pandemia do novo coronavírus, o Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA) completou seis meses de funcionamento no domingo (15). Desde a sua abertura, a unidade já atendeu 727 usuários acometidos pela Covid-19, realizou 44.227 exames laboratoriais e 1.704 de imagens, além de 45 consultas no Ambulatório do Programa Ame-se, criado recentemente para realizar a reconstituição mamária de mulheres mastectomizadas.

A unidade conta com 160 leitos, sendo 30 de UTI e 130 clínicos, e, desde a sua abertura, atende exclusivamente pacientes com suspeita e testados positivos para a Covid-19. Após a pandemia do novo coronavírus, o Metropolitano passará a ser referência em procedimentos cirúrgicos nas áreas de ortopedia, neurocirurgia, vascular e cardíaca, além de disponibilizar exames de ressonância magnética, tomografia, videoendoscopia, colonoscopia e Raios X.

Segundo o secretário executivo de Ações de Saúde e diretor do HMA, Marcos Ramalho, o momento de mais emoção foi à inauguração do hospital: “Nas primeiras semanas da pandemia estávamos muito aflitos pela grande demanda de procura de leitos e fiquei muito preocupado. Mas, inauguramos o Metropolitano, um hospital de grande porte e entregue para salvar vidas do povo alagoano. E assim conseguimos garantir que todo mundo que precisasse de leitos fosse atendido”, enfatizou.

O coordenador Médico do HMA, Marcus Vinicius, relata momentos marcantes. “Em certo momento, o hospital ficou bem cheio e foi necessário construir o protocolo para determinar quem receberia uma vaga na UTI, conforme ocorre em vários lugares do Brasil e do mundo. Mas, graças a Deus e à administração da Sesau, os leitos foram abertos e não foi preciso usar do protocolo”, destacou.

Segundo a coordenadora de Enfermagem, Nathalia Lima, os melhores momentos vivenciados no hospital ocorreram ao ver a superação dos pacientes. “É muito marcante ver a pessoa saindo feliz e agradecendo por todo o trabalho”, ressaltou, ao dizer que o momento mais difícil vivenciado ocorreu quando da abertura da unidade.