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20/02/2017 - 16h19m

Dimensão da história negra em AL marcou o encerramento do I Seminário sobre Alagoanidade

Durante os festejos do Carnaval acontecem as próximas comemorações relacionadas aos 200 anos de Emancipação Política de Alagoas

Dimensão da história negra em AL marcou o encerramento do I Seminário sobre Alagoanidade

Palestrante durante evento. Foto: Thiago Sampaio

Texto de Maria Barreiros e Tais Albino

Depois de duas noites de diálogos sobre a história do Bicentenário do Estado, o I Seminário sobre Alagoanidade encerrou-se nesta segunda-feira (6), com o tema ‘O Negro na Formação Histórica e Social de Alagoas’.  O evento aconteceu no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no bairro Jaraguá.

 

De acordo com o secretário-chefe do Gabinete Civil, Fábio Farias, conhecer a participação do negro na formação histórica e social de Alagoas é identificar a origem de cada habitante do Estado. “Nesse seminário foi possível apresentar um pouco de quem nos formou. Foi abordado o tema da influência europeia, indígena e agora, no último momento, vamos falar da história do homem negro. Os festejos do Bicentenário visam exatamente estimular o conhecimento de quem fomos e somos, e assim, elevar nossa autoestima, além de valorizar a terra em que nascemos ou escolhemos para viver,” ressaltou Farias.

 

O seminário marca mais uma comemoração dos 200 anos de Emancipação Política de Alagoas. Segundo O secretário de Estado da Comunicação, Ênio Lins, os esforços do Estado estão voltados para as celebrações referentes à data. “Elas iniciaram no réveillon de 2017 e seguem até as festividades do réveillon 2018,” explicou Ênio Lins.

O Negro na Formação histórica e Social de Alagoas  

 Os palestrantes Zezito Araújo, Júlio Tavares e Zulu Araújo, sincronizaram suas falas na dimensão da história negra em alagoas, tanto no habito nacional, quanto sua projeção internacional.  

 

A discussão da palestra aconteceu no mesmo dia em que se celebra a destruição do Quilombo dos Palmares (6 de fevereiro). Segundo os palestrantes, a crueldade lusitana, ao dizimar os negros e toda sua memória quilombola, serviu como um estopim para fortalecer a comunidade afro, findar com a escravidão em todo o mundo e tornar-se exemplo na busca pela liberdade. E assim, os líderes afro-alagoanos, Zumbi e Ganga Zumba são reconhecidos internacional e nacionalmente. 

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